sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

SOFTWARE

SOFTWARE são programas executados no computador. O termo software pode denominar um conjunto de programas ou apenas um programa específico.
Um PROGRAMA é uma seqüência lógica de ações, que, após serem executadas, apresentam um resultado, que pode ser correto ou não. Um programa é formado por linhas seqüenciais, mas nem sempre são executadas na ordem em que aparecem, pois pode ocorrer que determinada linha possua um desvio para outro local.
Não há uma classificação rígida e definitiva de softwares. Uma classificação válida é a que segue:
  • Software Básico (ou de sistema)
  • Sistemas Operacional – software responsável pelo gerenciamento do hardware e pela interface com o usuário. Estabelece a plataforma sobre a qual os programas são executados.
  • Utilitários - softwares relacionados à manutenção do computador e de seus dispositivos, como gerenciadores de memória, desfragmentadores de disco etc.
  • Software aplicativo – são os programas voltados aos usuários, como editores de texto, planilhas, tocadores de áudio e vídeo etc.
  • Linguagens de programação – são softwares utilizados para a criação de outros softwares.
Outro tipo de classificação, que ultimamente é muito comentado, tem relação com a forma de aquisição e distribuição. São os seguintes tipos:
  • Software (Código-Fonte) Aberto (Open-Source) - Programas que têm seu código fonte aberto. Qualquer um pode baixar o código fonte do programa, estudá-lo ou mesmo aperfeiçoá-lo. Open Source não é a mesma coisa que de domínio público. Um programa Open Source continua pertencendo ao seu criador e a quem ajudou no seu desenvolvimento.
  • Software Livre (Free Software) – É um conceito mais amplo que o de Open Source. Software livre é o software que vem com permissão para qualquer um copiar, estudar, usar e distribuir, com ou sem modificações, gratuitamente ou por um preço. Em particular, isso significa que o código fonte deve estar disponível.
  • Domínio Público - Software de domínio público é software não protegido por copyright (direitos de cópia). Isso significa que algumas cópias ou versões modificadas podem não ser livres.
  • Software Proprietário - É aquele que não é livre. Seu uso, redistribuição ou modificação é proibido, ou requer que você peça permissão, ou é restrito de tal forma que você não possa efetivamente fazê-lo livremente.
  • Freeware – O termo freeware não possui uma definição clara e amplamente aceita, mas é muito usado para programas que permitem redistribuição, mas não modificação (seu código fonte não está disponível). Não são software livre, portanto não é correto utilizar o termo freeware para referir-se a software livre.
  • Shareware – É o software que vem com permissão para redistribuir cópias. No entanto as cópias livremente distribuídas contêm restrições de tempo de uso ou de utilização de recursos. Para continuar usando um shareware ou para liberar todos os seus recursos, o usuário deve pagar por uma licença.
  • Software Comercial – É o software que é desenvolvido visando à obtenção de renda por meio do uso do software. É um artigo de consumo. Comercial e proprietário não são termos equivalentes. A maior parte dos softwares comerciais é proprietária, mas existem softwares livres comerciais e softwares não-comerciais e não-livres.

O que é Software Livre?


O termo em Inglês para software livre é Free Software, o que pode gerar muita confusão, pois a palavra free tanto pode ter o sentido de gratuidade quanto o sentido de liberdade. Contudo, Software Livre refere-se á liberdade dos usuários em executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o programa. Mais precisamente, este termo refere-se a 4 tipos de liberdade, para os usuários do programa:

  • A liberdade para executar o programa, com qualquer propósito.
  • A liberdade para estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades. O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para que isto possa acontecer.
  • A liberdade para redistribuir cópias do programa, para que se possa ajudar os amigos, conhecidos, parentes, etc..
  • A liberdade para melhorar o programa e distribuir suas melhorias para o público em geral, de maneira que toda a comunidade possa se beneficiar disto. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para que isto aconteça.

Para que um programa possa ser considerado Software Livre, os usuários devem ter estas quatro liberdades. 



Qualquer usuário deverá ser livre para redistribuir cópias do programa, com ou sem modificações, cobrando ou não por este ato. Além disto, não pode ser possível para o autor do programa revogar estas liberdades. Se isto puder acontecer, o programa não é livre. 



Não há problema algum em cobrar para distribuir Software Livre, desde que o usuário tenha sempre liberdade para copiá-lo e modificá-lo sem solicitar permissão para qualquer pessoa que seja. 




Apesar disso podem existir regras restritivas, desde que estas não entrem em conflito com as quatro liberdades centrais. O copyleft por exemplo, é uma regra restritiva que garante que estas liberdades sempre existam. 



Embora o copyleft seja preferido pelo projeto GNU, existem softwares livres que não utilizam o copyleft, como o X Window System. 




Espero que tenham gostado desta explicação. Acho que ela serve para por cada vez mais usuários no mundo do software livre. 



Até a próxima pessoal, e VIVA O LINUX..... Não deixem de colaborar!!! 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Protocolo IGRP

Este protocolo de roteamento dinâmico foi criado para superar uma  limitação que existe no protocolo RIP que tem o número máximo de 15 saltos. Com o IGRP esse número passou a ser de 255 saltos, porém ele vem como default com o número de 100 saltos, o IGRP é proprietário da CISCO, ou seja, esse protocolo só pode ser configurado em roteadores CISCO.


Ele tem 4 temporizadores, são eles:


Router Update Timer: Ele envia uma cópia de suas tabelas de roteamento a cada 90 segundos.


Router Invalid time: Determina o tempo que um roteador testará uma rota antes de invalidá-la (padrão 3 x update Timer), ou seja, depois de enviar 3 vezes suas copias de roteamento a rota será invalidada.


Router Flush timer: Esse temporizador específica o período de remoção de uma rota da sua tabela de roteamento por padrão é (7 x Update Timer).


Holddown: Especifica o período de HOlddown (padrão 3 x Update Timer + 10 segundos).


Na métrica para calcular o melhor caminho no encaminhamento de pacotes que o IGRP utiliza, inclui: tempo de atraso inserido pela topologia, largura da banda do segmento mais estreito da rota, capacidade do tráfego do canal da rota e confiabilidade da rota. 

Nas próximas postagens serão mostrados os comandos para a configuração deste protocolo.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Instalação Ubuntu 11.10 passo a passo

1º Passo :Logo ao ligar devem ir ao menu de boot clicando na tecla "F12″ e selecionando o pen USB (por omissão, em último lugar no menu de boot) e fazer "Enter". Aparecerá o menu de boot do Ubuntu: Devem escolher a opção "Install Ubuntu on a Hard Disk".

2º Passo :Esperem um pouco. Se aparecerem umas letras no ecrã é normal; não se assustem e deixem correr. Ao chegarem à fase de escolher o idioma de instalação, escolha "Português" e clique em "Seguinte". De preferência, deverá ligar-se à Internet e colocar o visto na primeira opção. Se não estiver conectado à Internet não tem problema; apenas não deverá colocar o visto. Isto serve para fazer o download de alguns programas adicionais.

3º Passo :Agora deverá selecionar "Mais uma coisa" para escolhermos as partições para a nossa instalação.


4º Passo :Agora devem ter muito cuidado porque aqui podem sem querer eliminar a instalação do Windows 7.
Devem selecionar a partição que criámos no Windows (com o nome de Ubuntu) e clicar em "Modificar". Depois de selecionada por vocês a partição que foi criada no Windows (podem reconhecê-lo pelo nome de Ubuntu ou pelo tamanho de 25GB). Em "Tamanho da nova partição" coloquem 21000 e em "Mount Point" escolham a barra /. Depois façam "OK".

5º Passo :No restante espaço livre que sobrou daquela partição (no meu caso 1490MB), clicamos em "Modificar", seguido da opção "Utilizar como" e escolhendo "Área de Swap"; cliquem em "OK":
E deverão ficar com um esquema mais ou menos deste gênero.

6º Passo :Agora cliquem em "Instalar Agora" e deverão esperar que a instalação termine. Devo relembrar que nas restantes partições não deverão mexer.

7º Passo :Deverão agora fazer alguns ajustes nas janelas que irão aparecer. Escolham a localização.

8º Passo:Depois a disposição do teclado.

9º Passo:De seguida introduzam os dados pessoais e finalizem clicando em "Continuar".

10º Passo :Agora é só esperar um pouco que a instalação termine. Depois deverão reiniciar o computador.

11º Passo :Depois deverão escolher no novo menu que vos irá aparecer a primeira opção "Ubuntu". Se quiserem ir para o Windows, usem a última opção deste mesmo menu.

12º Passo :Agora terão acesso ao vosso Ubuntu 11.10 com todas as funcionalidades onde poderão aprender mais com a experiência de utilização do mesmo.



Espero que este tutorial ajude a instalarem o Windows 7 + Ubuntu 11.10 em dual boot, para que possam sempre que quiserem trocar entre os sistemas operativos de forma fácil e intuitiva.
Até à próxima.
Tarcisio Passos



sábado, 4 de fevereiro de 2012

Protocolo RIP

Olá pessoal, nessa postagem passarei o conceito básico do protocolo de roteamento RIP, nas próximas postagens colocarei os comandos para configurá-lo em um Router CISCO.

Routing Information Protocol (RIP)

O RIP é um protocolo de roteamento dinâmico (Distance Vector) que utiliza como métrica para determinar o menor caminho entre a ORIGEM e o DESTINO de um determinado pacote o número de saltos que ele dará até chegar ao seu destinatário, ou seja, por quantas redes diferentes ele passará, o caminho escolhido será sempre o mais curto mesmo que esteja congestionado e com lentidão, esse protocolo só pode ser usado em redes pequenas. As redes com roteadores configurados com esses protocolos tendem a ter uma grande latência pois os routers enviam informações de suas tabelas de rotemento a cada 30 segundos, outra desvantagem que este protocolo apresenta é que o número máximo de saltos que ele pode dar é de 15 redes diferentes, depois de atingir esse número de redes o pacote é descartado.



Entendendo o gnu/linux parte 1


  Não é segredo que um dos motivos pelos quais poucas pessoas usam o Linux é a dificuldade em sua utilização, além da necessidade de o usuário reaprender diversos conceitos já consagrados no sistema Windows.
A distribuição Ubuntu do Linux vem conquistando desde usuários que nunca mexeram em computador até os "macacacos velhos" do Windows, principalmente pela sua facilidade de uso e a presença de diversas ferramentas integradas, como a Central de Downloads.
Porém, poucas pessoas conseguem tanto controle sobre o sistema como têm com o Windows, já que o sistema da Microsoft exibe a maioria das funções configuráveis em janelas amigáveis e intuitivas.
   O primeiro passo é explicar o aprendizado e adaptação ao sistema, bem como conceitos básico como a definição de Linux, onde conseguir uma cópia do Ubuntu, além de explicações detalhadas de todos os elementos e menus mostrados na Área de Trabalho.
Em seguida, é explicada a instalação do sistema, com todos os detalhes necessários, como a definição das partições e até a reinstalação do sistema, quando necessário.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Gnu/Linux Introdução Ubuntu

    Ubuntu é um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores. Ele contém todos os aplicativos que você precisa - um navegador web, programas de apresentação, edição de texto, planilha eletrônica, comunicador instantâneo e muito mais.
    O Ubuntu sempre será gratuito, e não cobrará adicionais por uma "versão enterprise" ou atualizações de segurança. Nosso melhor trabalho está disponível para todos sob as mesmas condições. Uma nova versão do Ubuntu é lançada periodicamente a cada seis meses. Cada nova versão possui suporte completo, incluindo atualizações de segurança pela Canonical por pelo menos 18 meses, tudo isto gratuitamente.O Ubuntu possui a melhor infraestrutura de tradução e acessibilidade que a comunidade do Software Livre tem a oferecer, tornando o Ubuntu usável por tantas pessoas quanto for possível.